Estamos de volta! E neste episódio especial iremos nos derramar em lágrimas e falar tudo o que nos emocionou, tudo o nos comoveu, tudo que nos fez chorar. Tanto em filmes, livros, músicas, séries e até mesmo em nossos casos pessoais neste podcast vai ter muita choradeira.

Além de contar com a participação ilustre de Fábio Franzoni e Carolina Cruz queremos agradecer também aos participantes que enviaram comentário em áudio:

 

Links Comentados no programa

 

Créditos Musicais

Carolina Cruz
Fábio Franzoni

Convidados

Apresentação
  • Olá pessoal do Altcastt e convidados, tudo bem? Bom, antes de comentar, deixa eu falar sobre como cheguei aqui: através dessa família que é o Comadrecast e principalmente por indicação do nosso amigo Fábio do Pow de Cast. E foi um prazer começar a conhecer vocês com este episódio muito interessante, bonito e em alguns momentos pontuais divertido. Se pudesse viajar no tempo, gostaria de ter conhecido vocês antes e enviar o meu áudio. Snif, snif, mas tudo bem, rs. O prazer ainda é grande.

    Antes de compartilhar algumas experiências, devo dizer o quanto acho bonito ver pessoas falando assim tão abertamente sobre sentimento e experiências como essas. Tudo com muito respeito, sem preconceitos ou qualquer outra coisa do tipo. Enfatizo isso pois sabemos que na nossa (escrota) sociedade o choro muitas vezes acaba sendo repreendido em várias formas, principalmente em nós, homens. Por isso, fico feliz em ver os participantes falando de peito aberto sobre as vezes em que se emocionaram com este ou aquele filme, série ou até mesmo livro.

    Gosto de falar sobre isso pois acredito que chorar é, entre outras coisas, uma expressão do coração quando este é tocado por alguém ou por algo muito especial. Acho o máximo quando estamos ali vendo uma série ou um filme e de repente o sentimento começa a bater. É sinal de que a atuação te marcou, que a música tocada no momento certo te tocou ou até mesmo o conjunto de toda a obra, porque não? Nessas horas, você percebe o quão talentoso é o profissional responsável por interpretar aquele personagem, isso sem falar em todo o trabalho de produção. roteiro e direção. Afinal, produzir um filme ou uma série é trabalho de equipe.

    Bom, sobre as minhas experiências. Vamos logo a elas pois já enrolei um bocado aqui e não quero cansar ninguém com o meu comentário, rsrsrs.

    Infelizmente, tenho poucas e por vários motivos. Sempre tive dificuldade para chorar, mesmo quando queira. Sei que deve ser algum problema psicológico ou até mesmo biológico (sério, já ouvi falar sobre isso) que impede isso de acontecer. Deixo bem claro, sou uma pessoa muito sensível e tenho o maior orgulho dessa característica pois ela me define de uma forma muito importante.Talvez por isso eu me sinta mais impactado pelas vezes em que me senti emocionado do que nas vezes em que chorei por um filme ou cena de série. Um exemplo é o primeiro episódio de Yu Yu Hakusho. Sei que é um anime e teoricamente não entraria muito no terreno de série, mas acredito que vale a citação. A cena em que o personagem principal (SPOILER) vê o próprio enterro é muito triste assim como a música que toca durante este momento. Outro exemplo marcante pra mim é o filme As Vantagens de Ser Invisível. Para mim é um filme do coração. Li o livro, mas este apesar de muito bom não se compara a sua adaptação que foi bem superior em vários quesitos. Sim, a adaptação foi melhor que o material original. Adoro, rsrsrs. Um dos motivos da emoção está na atuação marcante do Logan Lerman com o protagonista Charlie e outro seria a minha identificação com a história dele no filme. Assisti sozinho, infelizmente, mas isso não deixou a experiência menos especial. Muito pelo contrário, me emocionei e deixe algumas lágrimas caírem.

    Enfim, não consigo lembrar de mais situações assim mas gostaria de encerrar o meu comentário com um trecho (sem spoilers) do último episódio de Person of Interest que,aliás, foi emocionante:

    “Todo mundo morre sozinho. Mas se você significa algo para alguém, se você é ajudado por alguém, ou amado por alguém, e se ao menos uma pessoa lembra de você, talvez você não morra realmente. E talvez, este não seja o fim de maneira nenhuma.”

    Grande abraço, pessoal, e parabéns pelo episódio

  • Ladysyf

    Então gente por várias zicas custei a conseguir ouvir todo esse podcast, parecia encantado! Depois de ouvir concluí q a equipe era das boas de choro, só Bruno q era mais durão na queda! 😀 Eu me afino c a galera emotiva e admito aqui q sou chorona! Foi legal ouvir as experiências e ideias e obras q tocaram todo mundo! Eu julgo que quando a obra consegue te fazer remeter a experiencias reais ou refletir a natureza humana como um todo, ela cumpriu sua missão, seu objetivo. Admito que hoje em dia sqdo sei que vou sofrer muito com uma obra eu meio q evito, a não ser q a redenção final seja muito especial. Me sinto mais vulnerável, mas mesmo assim acho q essas obras tem grande valor. Qdo todo mundo chora num mesmo momento, numa mesma obra, a gente pensa q apesar de tudo o q há de diferente em nós como indivíduos, temos no fundo algo q pertence a todos, que está no coração de todos… Abraços, bjs e uma série de macaquinhos pra vcs! 😛 😛

  • Pétrus Davi

    Olá pessoal do altcast, tudo bem? Este é meu primeiro comentário no podcast o/

    Sobre o episódio, eu tenho algumas críticas meio pesadas a fazer em relação a este episódio, espero que compreendam. Mas antes, sobre coisas que me fazem chorar, acho que videogames e uma série em específica que me fez chorar. Nos games foram alguns jogos como Front Mission 5, Metal Gear Solid 3, toda a trilogia Modern Warfare, todas me marcarem com momentos muito emocionantes. Sobre filmes, a saga rocky me fez chorar todas as vezes que ví. O filme do creed também. Sobre a série que me fez chorar foi lost, pelo final que teve. Diferente de muitos, eu gostei bastante do final e ainda vou achar que é a melhor série de todos os tempos, todos os misterios e histórias, romances e aventuras que a série trouxe me deixaram ligado pelos 6 anos que ela estava sendo transmitida.

    A minha crítica é que esse episódio é que o episódio foi uma grande recomendação de filmes, episódios e musicas. Eu imagino que a ideia possa ter sido essa, mas poderiam alternar entre coisas da cultura pop e experiencias de vida, tem nerd no nome do portal mas não significa que precisam falar apenas sobre isso. Enfim, perderam uma baita oportunidade de trazer mais exemplos de suas vidas pessoais, para que os ouvintes pudessem os conhecer melhor, infelizmente foi uma oportunidade perdida.

    Um outro ponto foi a vírgula sonora que ficou extremamente irritante para um episódio que em teoria deveria ser emocionante, me lembrou bastante a edição que é feita no nerdcast. Não sei se os episódios seguintes tem esse mesmo estilo, mas acho que poderiam ser um pouco mais autênticos em relação a isso.

    Vocês também falaram que o comadrecast é uma iniciativa aberta certo? Então venham para o telegram e tragam esse pessoal pra cá também. A propósito, vocês conhecem o movimento que foi feito no dia do podcast chamado podosfera unida? Sugiro que conheçam também, vou deixar os links abaixo para referência.

    Enfim, episódio bem ruim, espero que compreendam minha decepção e por favor, me digam o que acharam deste comentário. Abraços pessoal 🙂

    telegram.me/podcasters
    http://podcasts.diadopodcast.com.br

    • Obrigado pelos comentários. Estaremos lendo e respondendo no próximo cast.