Filme baseado no mangá de mesmo nome estrela Scarlett Johansson como Major, uma agente na Sessão 9 do departamento de combate ao terrorismo. No inicio do filme nos é apresentado que Major é um projeto de super-soldado com praticamente todo seu corpo cibernético, devido a um acidente anterior, e devido a isso possui muitas habilidades especiais além de comandar este esquadrão especial.

Com este plot apresentado vemos um futuro sujo, distópico e com doses de Cyberpunk; a Hanka Robotics que controla a Sessão 9, desenvolve peças de reposição para aprimoramento de Seres Humanos substituindo órgãos diversos como figado que metaboliza o álcool não deixando o indivíduo ficar bêbado, olhos com visão de raio-x e infra vermelho entre outros. Construindo uma grande rede de humanos melhorados que consegue acessar vários tipos de informações online, é a Internet direto no cérebro. Tudo vai muito bem até que um terrorista consegue hackear pessoas e leva Major a um envolvimento profundo fazendo-a duvidar de si mesma.

O filme nos apresenta uma boa história, com alguns momentos de clichê mas nada comprometedor, que vale a pena conferir no cinema, rendendo bons momentos de tensão e suspense. Efeitos especiais muito bons mas nada que impressione. O 3d não fica jogando toda hora na cara do espectador, tem mais profundidade porém não é essencial.

Ghost in the Shell produzido pela Paramount Pictures custou 110 milhões de dólares e ainda segue um pouco tímido nas bilheterias. Quem não conhece a história do anime é diversão garantida agora os fãs de Ghost in the Shell podem não gostar tanto assim apesar de várias referências ao anime, tanto que no site Rotten Tomatoes o filme está com nota 5.6 de 10.

 

Ghost in the Shell (2017) on IMDb